O pronunciamento do governante foi feito durante a sessão do Governo provincial convocada para se avaliar o ponto da situação da emergência, da qual ficou a saber-se que pelo menos sete distritos estão incomunicáveis e os outros quinze parcialmente incomunicáveis. “Os apoios deveriam passar por estas estradas, mas ficámos a saber que isso não é possível porque só se chega lá de helicóptero. A minha vinda é exactamente para avaliar o estágio da situação para juntamente com o Governo provincial sabermos o que foi feito e o que ficou por se fazer no sentido de, juntamente com os parceiros, minimizarmos o sofrimento da população” –disse do Rosário.
Com efeito, após orientar a sessão do Governo provincial e um encontro com a comissão de emergência, o Primeiro-ministro deslocou-se ainda ontem, por helicóptero, aos distritos de Larde, recentemente criado, e Angoche.
Segundo dados oficiais, os distritos de Larde e Angoche, à semelhança de Moma, Mogincual, Mogovolas, Liupo e Mossuril, são os mais afectados pelo problema de intransitabilidade das vias.
Entre os danos registados destaca-se o desabamento de algumas pontes e cortes no tabuleiro da Estrada Nacional Número 104 (EN104), que liga a cidade capital aos distritos de Mogovolas e Angoche, para além da estrada que liga Mogovolas e Moma.
Segundo o administrador do distrito de Mogovolas, Alberto Namahala, para além do impedimento da comunicação rodoviária com os vizinhos distritos de Moma e Angoche, devido ao desabamento da ponte sobre o rio Mutucuti e à cratera aberta no encontro da ponte sobre o rio Mucucuza, respectivamente, está o problema de que a comunicação entre a sede do distrito e os postos administrativos de Muatua, Nanhupo-Rio, Iuluti e Calipo é quase impossível devido aos inúmeros cortes dos tabuleiros das estradas, decorrentes das enxurradas.
A delegada do Instituto de Gestão das Calamidades (INGC) explicou à Ministra da Administração Estatal e Função Pública, Carmelita Namashulua, que há três dias se encontra em Nampula, que, para além da intransitabilidade das vias, existe igualmente o problema de défice de cerca de 400 toneladas de produtos diversos, para assegurar a sobrevivência das pessoas afectados pela calamidade.
fonte: jornalnoticias.co.mz
Local: http://infodiario.co/

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